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      Maria Durão

      1999, Fão, Portugal

      Quarto I, 2025

      Colagem sobre cartão
      (118 x 85 cm)

      Sem título, 2025

      Colagem sobre cartão
      (15 x 22 cm)

      Quarto III, 2025

      Colagem sobre cartão
      (56 x 34 cm)

      Para Gorki, 2025

      Colagem sobre cartão
      (19 x 17 cm)

      Confidência, 2025

      Colagem sobre cartão
      (34 x 53 cm)

      Sem título 41, 2024

      Colagem sobre papel
      (20,5 x 13,5 cm)

      Sem título 40, 2024

      Colagem sobre tecido
      (18.5 x 18 cm)

      Sem título 39, 2024

      Colagem sobre papel
      (13 x 19.5 cm)

      Sem título 36, 2024

      Colagem sobre papel
      (21,5 x 14 cm)

      Sem título 33, 2024

      Colagem sobre papel
      (22 x 32 cm)

      Sem título 27, 2024

      Colagem sobre papel
      (17.5 x 11.5 cm)

      Sem título 26, 2024

      Colagem sobre papel
      (19 x 20 cm)

      Sem título 24, 2024

      Colagem sobre papel
      (14 x 19 cm)

      Sem título 19, 2024

      Colagem sobre papel
      (22 x 14,5 cm)

      Sem título 7, 2024

      Colagem sobre papel
      (34 x 25 cm)

      Sem título 3, 2024

      Colagem sobre papel
      (19 x 18 cm)

      Parede, 2024

      Colagem sobre cartão
      (24 x 20,5 cm)

      Biografia

      Maria Durão (Fão, 1999) vive e trabalha no Porto. Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e desde então desenvolve o seu trabalho artístico nas áreas da pintura, colagem, fotografia e performance. O seu trabalho tem sido apresentado em feiras de arte como a Drawing Room Fair e a Feira Arco, em exposições colectivas – tais como The Body Borrows a Revolver (Casa das Artes / Sismógrafo) – e integra coleções como a Coleção da Câmara Municipal de Lisboa, Norlinda e José Lima, Fundação EDP e Fundação PLMJ. A sua obra divide-se entre pintura, desenho, colagem e fotografia, provocando raros encontros entre palavras e formas, num cruzamento de diferentes linguagens que se misturam num só lugar e representam o quotidiano e ao mesmo tempo dele se afastam. A sua obra é marcada pelo uso do objeto livro e tudo o que ele representa; pelo que é frágil, e que está em constante mudança, danificado, esquecido e destruído.

      Exposições