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      Pedro Vaz

      1977, Maputo, Moçambique

      Trace of Fire VIII, 2026

      Acrílico em papel sobre madeira
      (220 x 150 x 5 cm)

      Trace of Fire IX, 2026

      Acrílico sobre papel
      (150 x 250 cm)

      Trace of fire V, 2025

      Acrílico e carvão em papel
      (150 x 250 cm)

      Untitled, 2025

      Acrílico sobre madeira
      (140 x 200 x 5 cm)

      Untitled (from the series Ladakh), 2025

      Acrílico sobre madeira
      (217 x 300 cm)

      Untitled 6 (from the series Ladakh), 2024

      Acrílico sobre papel
      (21 x 30 cm)

      Untitled 17 (from the series Ladakh), 2024

      Acrílico sobre papel
      (14.8 x 21 cm)

      Untitled 20 (from the series Ladakh), 2024

      Acrílico sobre papel
      (21 x 30 cm)

      S/título #3, 2023

      Acrílico sobre madeira
      (220 x 150 cm)

      Sem título (a vida sensível) #23, 2023

      Aguarela sobre papel
      (195 x 130 cm)

      Diorama de Paisagem #2, 2023

      Técnica: Vidros duplos, filme reflexivo, compensado, cola de madeira, placa de alumínio, pedras, musgo, ramos, esponja natural do mar, tinta acrílica e iluminação LED
      (38 x 47 x 47 cm)

      Untitled (Gr10), 2021

      Acrílico sobre papel 365g, 100% algodão ARCHES
      (130 x 300 cm)

      Movimento Coaxial, 2019

      Video Instalação de dupla projecção video, Tripé, 2 video-projectores e uma tela de projecção
      (150 x 120 x 80 cm)

      Sem título (visada não escolhida), 2019

      Acrílico sobre papel 365g, 100% algodão ARCHES
      (130 x 300 cm)

      Lagoa das Éguas, 2019

      Acrílico sobre madeira
      (126 x 252 cm)

      Biografia

      Pedro Vaz (Maputo, 1977) licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, em 2006. Vive e trabalha em Lisboa.
      A sua prática centra-se na investigação da relação entre a presença humana e o mundo natural, entendendo a paisagem como uma condição física e ecológica moldada ao longo do tempo. Trabalha em pintura, escultura e vídeo, articulando estes meios em instalações desenvolvidas em diálogo com o espaço expositivo. Desenvolve projetos construídos a parGr de longas deslocações e períodos de permanência em ambientes maioritariamente não habitados, configurados sobretudo por forças naturais.
      Vaz desenvolveu trabalho em diversos ecossistemas, da Amazónia e da Mata Atlântica brasileiras ao deserto do Atacama, nos Andes, e às Superstition Mountains, no Arizona. Realizou longas travessias nos Pirenéus, no Monte Branco, nos Alpes, e no Tibete indiano, nos Himalaias. Em muitos destes contextos colaborou com guias locais e detentores de saberes tradicionais, fundamentando a sua prática numa presença atenta e num processo de aprendizagem.
      O envolvimento físico direto com cada lugar precede a construção da imagem. As obras produzidas em estúdio emergem de uma documentação meticulosa e de uma memória incorporada, traduzindo a experiência vivida em forma visual.
      Entre as exposições individuais recentes destacam-se ‘Becoming Mountain’ (The Orobie Biennial, GAMeC, Bérgamo, 2025), ‘Beginner’s Mind’ (Document Space, Chicago, 2025), ‘Uma pedra, um ser’ (Fundação Leal Rios, Lisboa, 2024) e ‘Num único acorde’ (CAB – Centro de Arte Caja de Burgos, Burgos). Participou em exposições coletivas em instituições como o Centro de Arte Moderna Gulbenkian, o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, o The Kreeger Museum (Washington D.C.) e o CAV – Centro de Artes Visuais (Coimbra).
      Foi distinguido com o Prémio de Desenho da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) em 2025.

      Exposições