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    Compêndio de Observações Fotográficas – e outras anotações sobre coisas que parecem ser mas não são
    24 NOV 2018 – 11 JAN 2019

    A fotografia tenta resolver problemas que ela própria cria. Photography tries to solve the problems it creates. Shèyǐng zhèng shìtú jiějué dǎozhì tā de wèntí. La photographie tente de résoudre les problèmes qu’elle crée. Fotografiya pytayetsya reshit’ problemy, vyzyvayushchiye yeye. La fotografía está tratando de resolver los problemas que la causan. Die Fotografie versucht, die Probleme zu lösen, die sie verursacht. I fotografía prospatheí na lýsei to próvlima. La foto cerca di risolvere il problema. Shashin wa mondai o kaiketsu shiyou to shite imasu. Tasavīrāṁ samasi’ā nū hala karana dī kōśiśa kara rahī’āṁ hana. Alsuwar tuhawil hal almushkilat. Ata e taumafai e foia faafitauli o loʻo mafua ai. Sawirro isku dayaya xalinta dhibaatooyinka keena. Fotod, mis üritavad probleeme lahendada. Fotoj kiuj provas solvi la problemon. Izithombe ezama ukuxazulula le nkinga. Fotos que estão a tentar resolver esse problema.

    Valter Ventura (1979, Lisboa, Portugal)

    Licenciou-se em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Terminou em 2005, como bolseiro do Banco Espírito Santo, o Curso Avançado de Fotografia no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. É professor especialista no Curso Superior de Fotografia do Instituto Politécnico de Tomar, colaborando também com o Ar.Co e a Faculdade de Belas-Artes de Lisboa.
    Em 2008, participou (em dupla com José Nuno Lamas) no Curso de Fotografia do 2o Programa de Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian. Entre 2012 e 2014 foi responsável pela documentação fotográfica no Carpe Diem – Arte e Pesquisa.É um dos artistas residentes no HANGAR – Centro de Investigação Artística. Juntamente com Duarte Amaral Netto, João Paulo Serafim e Rodrigo Peixoto, fundou a escola de fotografia HÉLICE, em 2016.
    Destacamos as exposições individuais «Observatório de Tangentes». useu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado. Sala SONAE. Curadoria: Celso Martins; «Toda a Linha Recta é um Arco de um Círculo Infinito». Museu Geológico. Lisboa. Curadoria: Sérgio Fazenda Rodrigues; e coletivas: _FUSO OPEN CALL – Anual Internacional de Videoarte de Lisboa. MAAT. Lisboa; _”Projecto Sociedade / Um Cadáver Esquisito para o Século XXI”. SNBA. Lisboa. Curadoria: Nuno Faria.